Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ponte Instantânea

… que prometia ser mais segura.

Ponte Instantânea

… que prometia ser mais segura.

Guerreiro do Lezenho, Boticas

Setembro 06, 2022

Statue of a Gallaecian warrior — Google Arts & Culture

Museu Nacional de Arqueologia

Estátua de guerreiro galaico-lusitano de Lezenho, Boticas (séc. I d.c). Apresenta-nos uma figuração humana em posição estática, revestida com os elementos que o distinguiam: escudo pequeno e redondo (caetra), punhal curto de folha triangular, braceletes (viriade) nos antebraços e troques rígidos no perscoço. 

Quando foi a primeira lei, de âmbito nacional, sobre o património histórico e cultural de Portugal?

Abril 01, 2021

Alvará de Lei de 1721, de D. João V, que outorga à Academia Real da... |  Download Scientific Diagram

Alvará de Lei de 1721, de D. João V, que outorga à Academia Real da História Portuguesa poderes e obrigações na defesa do património histórico-arqueológico português.

Fonte da imagem: João Cardoso, ResarchGate

"No dia 20 de Agosto de 1721, mandou o rei D. João V (1706-50) publicar um Alvará em forma de Ley notável: a primeira lei, de âmbito nacional, sobre o património histórico e cultural. Ao contrário de anteriores documentos legais respeitantes à protecção de bens singulares, este Alvará é o primeiro a referir-se à totalidade do património português. É um documento notável pelos conceitos que reflete mas também pelo pioneirismo, mesmo a nível europeu. Tanto quanto sabemos, apenas as Bulas papais do século XV e posteriores, uma lei de 1560 de Isabel I de Inglaterra e a Ordenação das Antiguidades (1666) de Carlos XI da Suécia antecedam este Alvará do rei de Portugal.
Inserido num contexto de crescente interesse pelos vestígios do passado (notícias da veneravel antiguidade), este Alvará surge na sequência da criação da Academia Real de História Portuguesa, a 8 de Dezembro de 1720. Sendo uma das missões da Academia examinar (...) os Monumentos antigos, constata este Alvará que muitos dos edifícios e objectos que havia e se podia descobrir no Reyno, dos tempos (...) (dos) Phenices, Gregos,
Penos, Romanos, Godos e Arabios se tinham perdido por incuria e ignorancia. Para impedir mais perdas, o rei proíbe a destruição dos edifícios antigos e objectos de valor, diríamos hoje, arqueológico e estabelece uma forma de compensar aqueles que acharem bens desta natureza e os entregarem à Academia ou às Camaras das Cidades e Villas deste Reyno."

Texto de Miguel Brito Correia, para Revista Pedra & Cal Nº 11 Julho . Agosto . Setembro 2001

Os Fenícios e o Médio Oriente

Janeiro 23, 2020

9d73d037cbbc54cb42dc23c8238d03cc.jpg

"Quase desprovidos de terrenos agricultáveis e sem possuírem recursos significativos de outro tipo, as cidades fenícias assentaram o seu poder no desenvolvimento de poderosos meios navais, que garantiam um vasto sistema de circulação e intercâmbio de produtos na área oriental do Mediterrâneo. Desenvolveram, também, importantes manufacturas de bens de prestígio designadamente os tecidos tingidos de púrpura, objetos de marfim e de metal..."

(Direcção de José Mattoso, História de Portugal :primeiro volume.[Lisboa?]: Círculo de Leitores, p.125, 1992)

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub